Referência da busca web de viés algorítmico. O trecho, a triagem do modelo e as consultas que a acharam estão abaixo; a tela Referências mostra só as colunas do modelo de referências.
Trecho mais recente
Para ele, o termo racismo algorítmico visa “explicar como tecnologias e imaginários sociotécnicos em um mundo moldado pelo privilégio branco fortalecem a ordenação racializada de conhecimentos, recursos, espaço e violência em detrimento de grupos não brancos” (Silva, 2023, [n. p.]).
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Primeiro, porque os mecanismos tecnológicos criados não são neutros.
Segundo, porque os bancos de dados que os alimentam também não são neutros (há toda uma estrutura social prévia que orienta os vieses e preferências).
E, terceiro, porque, sem uma perspectiva crítica, esses sistemas podem reproduzir uma seletividade que reforça o viés racista e punitivista dos aparatos de segurança pública.
Silva (2023, [n. p.]) vai dizer: “O principal problema na superfície é que sistemas algorítmicos podem transformar decisões e processos em caixas opacas inescrutáveis, isto é, tecnologias repletas de problemas são lançadas na sociedade e podem aprofundar discriminações, que vão de buscadores que representam negativamente pessoas negras até *softwares* de policiamento preditivo – uso de dados e análises para predizer o crime – que fortalecem a seletividade penal”.
Indo mais além, o pesquisador demonstra que o racismo algorítmico acelera a vulnerabilização de minorias políticas e econômicas que já sofrem há anos com regimes de perseguição e violação de direitos (como pessoas negras, periféricas e outros grupos sociais marginalizados).
da busca de 2026-10-22 · data do resultado: 2025-07-14